Usando Bundle atrás de um proxy autenticado

fevereiro 22, 2013

Mais uma dica rápida:

Se você estiver atrás de um proxy o comando bundle não vai funcionar.
Para resolver basta exportar a variável de ambiente HTTP_PROXY.

No Linux:

$ export HTTP_PROXY=http://USUARIO:SENHA@ENDERECO:PORTA

Fonte: http://sudhirchauhan.net/tag/rails-bundle-install-proxy

Encontrando arquivos pelo conteúdo no Linux

julho 5, 2012

Dica rápida só para tirar a poeira do blog.

Comando mágico para encontrar um texto em um arquivo via linha de comando:

$ find . -type f -iname “*.txt” | xargs grep -s -a -i padrao

Ali onde diz “*.txt” diz para procurar somente em arquivos de texto terminados com a extensão .txt, para outros tipos é só alterar. E o texto ‘padrao’ é o padrão à ser procurado.

O mais estranho é que notei agora que ao menos no Ubuntu 12.04 não existe mais como procurar arquivos pela interface gráfica informando o conteúdo do arquivo, então a saída é apelar para a boa e velha linha de comando que está sempre disponível. Pena que quem não entende muito de linha de comando não vai mais poder fazer isso. Ou ao menos a opção está tão escondida que eu não consegui encontrar.

Como converter chave do Putty para OpenSSH

fevereiro 8, 2012

Um cliente me enviou uma chave pública gerada no Putty para que eu conectasse em um host remoto, mas a chave não funcionava, quando eu tentava conectar via ssh, me era pedida uma “senha”, porém o cliente não tinha me informado senha nenhuma.

Dando um cat nas chaves vi que o formato era diferente das chaves geradas com o ssh-keygen.

Dando uma procurada no Google vi que eu não era o único com o problema [1]. O porém era que era necessário ter o Putty instalado, mas eu queria fazer isso a partir do Linux.

Usando o Google de novo descobri[2] que existe um pacote chamado “putty-tools” que prove no Linux alguns aplicativos do Putty.

Foi só preciso executar:

$ puttygen chave-putty.ppk -O private-openssh -o chave-openssh.key

Com isso consegui conectar via ssh usando a chave.

$ ssh -i chave-openssh.key user@host

E viva o Google!

[1] http://leadingedgescripts.co.uk/server-administration/how-to-convert-your-putty-ppk-private-key-to-a-normal-ssh-key-you-can-use-on-an-apple-mac/

[2] http://superuser.com/questions/232362/how-to-convert-ppk-key-to-openssh-key-under-linux

Técnica Pomodoro com Tomighty

agosto 9, 2011

A técnica Pomodoro é uma tática de gerenciamento do tempo que consiste em definir uma tarefa, configurar um relógio para ela e executar a tarefa dentro daquele período de tempo.

Ela busca combater aquela máxima de que uma atividade tende a ocupar todo o tempo disponível para ser realizada[1].

Geralmente é utilizado um timer de mesa que nem esse aqui[2]:

Timer em formato de tomate

Para quem não consegue encontrar para vender um desses ou fica meio envergonhado de usar um, agora pode usar um software de timer Pomodoro.

O software é o Tomighty (http://www.tomighty.org/).

Ele é muito simples de utilizar.

Na versão para Linux baixe o arquivo jar e execute no terminal:

$ java -jar tomighty-0.7.jar

No Ubuntu 10.10 eu precisei fazer o seguinte para executar em modo gráfico:

1) Clicar com o botão direito no arquivo, ir nas propriedades do arquivo e verificar se a caixa “Permitir execução do arquivo como um programa” está marcada conforme a figura abaixo.

Permissão de execução

2) Depois de fechar a janela, clicar com o botão direito no arquivo novamente e escolher “Abrir com OpenJDK Java 6 Runtime” e vai aparecer um tomatinho na barra superior.

O programa é bem intuito. Com um clique inicia ou para a contagem e botão direito no ícone para configurar.

Um detalhe legal é que o desenvolvedor é brasileiro.

Comecei a usar faz pouco tempo mas estou achando bem legal. Acho que vou usar também quando for organizar um Coding Dojo[3] por aqui.

[1] http://www.efetividade.net/2007/10/29/gerenciamento-de-projetos-cuidado-com-a-lei-de-parkinson/

[2] http://www.efetividade.net/2009/12/09/rapidinha-efetiva-007-automacao-do-amigo-secreto-tecnica-pomodoro-e-mais/

[3] http://pet.inf.ufsc.br/dojo/o-que-eh-dojo/

Nove razões para palestrar no TcheLinux Rio Grande 2011

julho 14, 2011

Aqui vão nove razões para você propor uma atividade no TcheLinux Rio Grande:

1º) Combater a timidez

Conheço muitas pessoas que tem um excelente conhecimento técnico, porém são muito tímidos. Ou universitários que só apresentaram palestras para no máximo seus colegas de aula.
Pois o TcheLinux Rio Grande é ótima uma oportunidade de começar uma carreira de palestras. Eu já fui bastante tímido, mas hoje em dia acho bem tranquilo fazer apresentações e devo muito isso à eventos como esse.

2º) Auxiliar outras pessoas e dividir conhecimento

Gosta de Software Livre e gostaria de ajudar, mas não sabe como? Palestrar pode ser uma ótima ajuda.
Além disso a sensação de contribuir com a “comunidade” é sempre bem gratificante.

3º) Aprender a fazer melhores apresentações

Uma das maneiras que temos de aprender na vida é na tentativa e erro. Se você não tentar palestrar como vai aprender?

E melhor errar para uma palestra de pessoas legais como a comunidade de Software Livre do que diante do seu chefe ;D

4º) Conhecer pessoas

Você pode saber muito sobre um assunto. Mas se não conhece as pessoas certas isso não se transforma em oportunidades. Sejam oportunidades de negócio, recomendação, amizade ou etc. Você pode conversar e interagir com pessoas pela Internet. Mas conhecer é outra história.

5º) Incentivar outras pessoas a darem palestras

Quando você palestra, as pessoas na platéia ficam motivadas a estarem no seu lugar. E de repente pode ser uma daquelas pessoas tímidas (ver motivo 1) mas que tem muito conhecimento interessante.

6º) Aprendizado

Você vai revisar e organizar o seu conhecimento sobre um determinado assunto. Palestrar pode ser o incentivo para se atualizar naquela tecnologia que você domina, mas que você não estuda faz um tempinho. Ou talvez seja a hora de aprender algum detalhe que você nunca viu ou não prestou atenção.

Além disso você vai pensar em como apresentar aquele conteúdo para um público. Quando você precisar explicar esse mesmo conteúdo para um cliente ou um chefe já vai saber qual é a melhor maneira de apresentá-lo.

7º) Coffe break

Sem mais comentários sobre esse item.

8º) Certificado

Cada palestrante vai ganhar um certificado comprovando a sua participação. Caso seja interessado em concursos pode ser que essa palestra seja o desempate com outro candidato. Já pensou?

9º) Publicidade

Ok, ainda não está convencido? Já ouviu falar em networking, SEO? Pois é, o TcheLinux é uma ótima oportunidade de divulgar quem é você, o que faz e o que gosta de fazer.
Construiu um software legal? Mostre.
Sabe tudo sobre Python? Fale.
Ficou na dúvida? Palestre.

Eu usei o termo palestras, mas coding dojos, mesas redondas e outros tipos de atividades são bem vindas.

Para quem se convenceu o site do evento é tchelinux2011.c3.furg.br.

Espero vocês no TcheLinux Rio Grande 2011.

PS: Esse post foi inspirado nesse post aqui do Jerônimo Madruga.

SVN e Gnome keyring

junho 9, 2011

Estava tentando fazer um checkout com o SVN no Ubuntu 9.10, e aparecia na linha de comando a seguinte mensagem:
> Password for ‘login’ GNOME keyring:
Eu administro esse servidor SVN e sei que nesse repositório não tinha nenhum usuário “login”. E não importava o que eu fizesse ele sempre pedia essa senha e encerrava com um erro.
Procurei um pouco e descobri o que estava acontecendo aqui:
http://bugs.debian.org/cgi-bin/bugreport.cgi?bug=553312
Na verdade por algum motivo que desconheço, no momento da instalação o svn utiliza o Gnome keyring para guardar suas senhas.
Caso você não queira isso basta editar o arquivo ~/.subversion/config e verificar se a variável password-stores não contém o Gnome Keyring.
No meu caso a linha estava comentada, então descomentei a linha ficando assim:
password-stores =
E pronto, SVN funcionando.

Dicas sobre Subversion

fevereiro 11, 2011

Embora eu tenha virado fã dos SCM distribuídos no trabalho estou retornando a usar SVN.

Duas dicas rápidas sobre Subversion:

Para adicionar um diretório, sem adicionar os diretórios abaixo dele é só passar a opção -N (non-recursive)

Ex: svn add -N dir1

Mesmo que dir1 tenha arquivos e diretórios abaixo, eles não vão ser adicionados.

 

A segunda dica é sobre o svn:ignore. Fazia tanto tempo que eu nem me lembrava como era e estava tentando sem sucesso.

A questão é que tu só pode dar ignore antes de usar o comando add, senão não funciona. Ou seja, só é possível ignorar os arquivos que tenham uma ? ao lado no “svn status”.

Me dei conta do meu erro depois der esse link http://www.heavymind.net/2007/08/29/the-nightmare-has-returned-with-new-name-svnignore/

 

Lembrando que a melhor fonte de informação sobre SVN é o Red Book.

Problema com SSL e Rails

outubro 1, 2010

Estava tendo um problema ao iniciar o WEBrick no Ubuntu 9.10.

A mensagem mostrada era a seguinte:

“require_frameworks’: no such file to load — openssl”

Para resolver basta instalar a biblioteca do SSL para Ruby:

$ sudo aptitude install libopenssl-ruby

E pronto, o WEBrick está iniciando novamente.

Habilitando GD no Ubuntu 8.04

abril 14, 2010

Antes de mais nada é necessário habilitar o suporte ao upload de arquivos na configuração do php.

No Ubuntu 8.04 esse arquivo fica em /etc/php5/apache2/php.ini

Basta alterar o valor da variável file_uploads de Off para On

A seguir é preciso instalar a biblioteca GD.

Para isso utilize:

#aptitude install php5-gd

Depois basta reiniciar o Apache e a biblioteca estará funcionando.

Instalando o Robocup Soccer Simulator no Ubuntu Hardy (8.04)

março 26, 2010

Ir no site do projeto (http://sourceforge.net/projects/sserver/) e baixar os seguintes arquivos:

  • rcssbase-12.1.3.tar.gz
  • rcssserver-14.0.2.tar.gz
  • rcssmonitor-13.0.0.tar.gz (a versão mais recente dá um problema com o Qt)

Descompactar o arquivo rcssbase-12.1.3.tar.gz, entrar na pasta e digitar:
$ ./configure –prefix=/usr/local/rcssbase –with-boost-libdir=/usr/local/lib
$ make
$ sudo make install

Descompactar o arquivo rcssserver-14.0.2.tar.gz, entrar na pasta e digitar:
$ ./configure –prefix=/usr/local/rcssserver –with-boost-libdir=/usr/local/lib
$ make
$ sudo make install

Descompactar o arquivo rcssmonitor-13.0.0.tar.gz, entrar na pasta e digitar:
$ ./configure –prefix=/usr/local/rcssmonitor –with-boost-libdir=/usr/local/lib
$ make
$ sudo make install

Colocar no PATH as pastas /usr/local/rcssmonitor/bin e /usr/local/rcssserver/bin.

Para executar o monitor e o servidor ao mesmo tempo digitar:
$ rcsoccersim

Observações:

- Testado no Ubuntu 8.04.

- Como vocês podem notar eu estou usando a versão 1.40 da libboost compilada manualmente, pois o simulador não compila com a versão do repositório.


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